ROQUE RAMOS & THOMAS FINLAY
o ASSASSINO do ELEVADOR
CAPÍTULO 2- NÓS TEMOS A NOSSA CHANCE
Roque Ramos e eu estávamos a caminho do almoço quando recebemos o comunicado pelo rádio:
-Unidade 6 responda-disse uma voz pelo comunicador.
-Prossiga,Central.Thomas Finlay aqui -eu disse.
-Temos um homicídio no Edifício Cairo, a duas quadras de sua atual posição.
-Mas nós só fazemos a patrulha-disse Roque Ramos.
-Devido à falta de pessoal, como vocês bem sabem, o Capitão os instruiu como os investigadores desta vez.E também, segundo o seu relatório de ontem à noite, Roque-meu parceiro olhou diretamente para o aparelho que transmitia a voz do agente na Central e sussurrou um ‘Prossiga’, sem quase mover os lábios- Parece-me que a vítima era um dos suspeitos na discussão do bar de ontem.Ele se chamava Dibinho, correto?
-Sim, Central.Já temos alguns suspeitos?-eu perguntei.
-Venhas para cá o mais rápido possível e tu saberás.
-Afirmativo, Central.Unidade 4 em rota.Câmbio.
Roque Ramos e eu tínhamos agora a chance de realmente fazer uma investigação de verdade.Ao vivo, com suspeitos reais, não aqueles de jogos de vídeo game ou de histórias de livros.
Nós chegamos ao local do crime.O edifício Cairo estava muito movimentado.Nossa espera havia acabado.
NÃO PERCA O PRÓXIMO CAPÍTULO:
O ESTAMPIDO E O BOTÃO
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